25.07.2011

Eleito pela revista Veja o melhor francês de Campinas

 

 

Gostaríamos de agradecer à revista Veja e à todos os envolvidos neste tão significativo prêmio por mais um ano eleger o Le Troquet como melhor francês de Campinas.

Todos os dias trabalhamos buscando a excelência em todos os detalhes. Desde a recepção dos clientes, passando pelo treinamento da equipe e na criação e confecção de cada prato, pois acreditamos que cada experiência é única e gera saborosas recordações.

Este é nosso lema e por isso nos sentimos gratificados por mais esta conquista.

 

Obrigada Campinas e região, que fazem com que nossa história continue gerando histórias.

 

 

20.05.2011

Explosão de criatividade!

 

 

Certa noite, com o sub-consciente inquieto, pronto a explodir um ato de criatividade, Henri sonhou..., e ao acordar sabia exatamente como produzir uma nova obra de arte.

Sem delongas, tomou telas e tintas e colocou em prática uma nova técnica, que resultaria misturas com magníficos efeitos que refletiriam com clareza a nova fase da vida deste artista, chef e amante da literatura.

Vale a pena conferir! Algumas das obras já estão expostas no restaurante Le Troquet e outras podem ser vistas e adquiridas por meio de visita agendada pelo fone: 19-3794-1993.

Os preços das telas variam conforme medidas, podendo custar entre R$1.200,00 a R$4.000,00.

 

 

03.09.2010

HAAMAL, A universidade do deserto

 

 

Como diziam os mestres da Universidade do deserto, o Brasil é o filho de um pai oriental e de uma mãe ocidental. Uma vez que o planeta se aproximou dos seis bilhões de seres humanos, o aquecimento do clima do planeta começou a acelerar, forçando a mudança do processo evolutivo da humanidade. A fricção provocada por seis bilhões de seres humanos correndo atrás de uma possível felicidade provocava o calor que acelerava o degelo do planeta, libertando a memória que se encontrava nos cristais do gelo. Os laços invisíveis que uniam a Universidade do deserto e o Brasil permitiam ao povo brasileiro trilhar solitário um caminho nunca experimentado pela humanidade.

 

 

Biografia
Henri Sauveur Hirigoyen
Francês e brasileiro de coração, nasceu em
Baigorrv, no sul da França

Vida na França

Nunca aceitou o sistema em que nasceu, sempre questionou
a imposição das regras que o estado forte e a região determinavam,
se sentia diferente de todos que o cercavam.
Seu pai era comerciante e sua mãe era inspetora de correio
– possuía nível superior, algo muito raro para as mulheres da época.
Seu único irmão René é engenheiro de motores de aviões
na França.
Aos oito anos Henri já sabia que queria ser chef de cozinha.
Com 14 anos começou a trabalhar como ajudante de chef
de cozinha.
Henri guarda do período em que viveu na França o espírito crítico
e analítico que o possibilita enxergar o Brasil hoje.
Já voltou várias vezes à França após emigrar para os EUA e Brasil, mas diz que seu país é o Brasil, ele se considera um brasileiro.


Emigração para os Estados Unidos

Aos 20 anos decidiu se aventurar rumo ao “Sonho Americano”
e se mudou para a Califórnia, como muitos franceses, para trabalhar como chef nos restaurantes americanos.
Foi em busca de um mundo onde pudesse se realizar com seu livre arbítrio. E os Estados Unidos na época eram o país da liberdade. Pelo menos era o que ele acreditava.


Vida no Estados Unidos

Morou em San Francisco, San Rafel, Berkeley, Carmel, Sausalito,
Monterey e no norte dos Estados Unidos.
Em meados da década de 60, com o movimento hippie, todos
os jovens se envolveram com drogas e o questionador Henri também viveu esse movimento com muita intensidade.
Nesta época Henri também viveu em Big Sur – circundada por montanhas e incríveis florestas,
a comunidade de Big Sur situa-se em uma das áreas mais
privilegiadas da Califórnia.
No coração do Big Sur, onde viviam os índios Esselens, está
o Instituto Esalen, centro de estudos alternativos e núcleo
de esotéricos criado na década de 60. Famosos como o escritor Carlos Castañeda, autor de A Erva do Diabo, e o psicanalista Wilhelm Reich já passaram por alguns dos programas que acontecem em meio à natureza privilegiada do Esalen. Numa das colinas de San Simeon, praticamente no fim do Big Sur, ergue-se o espetacular castelo
de William Hearst, magnata de mídia que inspirou Orson Welles em seu filme Cidadão Kane. Welles, por sinal, foi mais um morador apaixonado pela fascinante paisagem verde do Big Sur.
Trabalhou em inúmeros restaurantes, uma opção para
o aprendizado, pois a cada restaurante que trabalhava, convivia
com novas receitas e diferentes modelos administrativos
de restaurantes e hotéis.
Vários momentos vividos nos Estados Unidos começaram
a fazê-lo questionar a “liberdade americana” e num momento
de lucidez, Henri, com seus 1,80m pesando 50 quilos, decidiu largar as drogas e passar uma temporada na polinésia francesa – grupo
de 118 ilhas, divididas em cinco arquipélagos no Pacífico Sul.
Tomou um barco de bananas e desembarcou na primeira ilha – “HUAHINE” (hoje a ilha mais visitada do arquipélago). Nesta ilha cheia de nativos receptivos Henri morou por sete meses hospedado pelo chef da ilha.
De volta aos Estados Unidos, seus amigos ainda continuavam
na onda das drogas, veio então a crise do petróleo. Não havia
gasolina para todos, nesse momento os hippies não tinham vez, dificultando assim a sobrevivência do movimento hippie.
Com a desintoxicação e a visão que se passou a ter dos Estados Unidos, este país não representava mais para ele sua possibilidade
de realização.


Emigração para o Brasil

1975 - Henri e um amigo, também francês, decidem se aventurar em um novo país. E se mudam para o Brasil
Nasce assim o restaurante Le Troquet.


Vida no Brasil

No Brasil Henri também foi muito bem recebido, como todos
os estrangeiros são. Suas ideias logo o fizeram conhecer seu mestre, Mario Baldini – profissional de odontologia, que teve uma
inciação no México com astecas, onde teve contato com conhecimentos do famoso crânio de cristal.
Henri diz que renasceu no Brasil, onde se encontrou e enxergou essa terra tão especial.
Há 10 anos Henri começou a escrever sem a intenção
de publicar, somente para “esvaziar” sua mente.
Henri tem como hobbies caminhar e escrever.

Segundo Henri “O Brasil é a bola da vez! É o único capaz
de sustentar a velocidade do mundo que está aí.”


Chef

Henri Sauveur Hirigoyen é chef e dirige o Restaurante Le Troquet há 30 anos. Iniciou sua formação no L'hotel de Pireneus em St Jean Pied du Port, viveu por mais de 7 anos na Califórnia/EUA, onde esteve
no comando da cozinha de vários restaurantes, como o do San
Francisco Hotel. Chef já dirigiu cozinhas na França, Estados Unidos
e hoje é proprietário do Restaurante Le Troquet em Campinas.
www.letroquet.com.br


Escritor

Henri Sauveur Hirigoyen estreou no mundo das letras com o livro
“Princípio de um delerírio” e em seguida publicou “Brasil território de uma transmutação”. “Haamal, a Universidade do deserto” é seu primeiro romance.
Ele nos presenteia com uma visão única do Brasil.
“O Brasil está se tornando o eixo do planeta, por ter se capacitado
a absorver e expressar as exigências da velocidade de nossa
evolução. Tal velocidade exigirá, de cada um de nós o uso do nosso mental intuitivo, que se tornará o veículo, o instrumento indispensável para processar a essência vibratória do mundo que nos rodeia. ”
www.confrariadolivro.com.br


Pintor

Obra: Fragmento de um momento| 80x120cm | Técnica Óleo sobre tela

   

Comecei a pintar tendo a premonição que poderia usar esta arte como um divertimento, que me daria a possibilidade de experimentar sem responsabilidades perante às regras do mundo estabelecidas,
um potencial mental a ser conecetado.
Rapidamente descobri que o ato de pintar poderia se tornar
um exercício que me permitiria desintegrar a estrutura de um intelecto saturado do condicionamento elementar. Para assim, me ver projetado na realidade intangível da não-consciência.
Desde então, o fato de pintar se tornou um exercício que me permite atingir e sustentar a energia de uma realidade, que me mostra
o caminho a seguir para evoluir harmoniosamente.